O Piauí alcançou a marca de 1.000 Carteiras de Identidade Nacional (CIN) neonatais emitidas no estado, consolidando-se como referência nacional e pioneiro na oferta do serviço no Brasil. A iniciativa é realizada pela Secretaria de Segurança do Piauí, por meio do Instituto de Cidadania Digital, em parceria com o Pacto Pelas Crianças do Piauí, e permite que recém-nascidos já saiam da maternidade com o documento de identidade emitido.
O serviço teve início em setembro de 2024 e é realizado na Maternidade Dona Evangelina Rosa, em Teresina. A emissão da CIN neonatal associa as digitais do bebê às da mãe, garantindo mais segurança, cidadania e rastreabilidade das informações desde os primeiros dias de vida da criança.

O superintendente de Cidadania Digital, Marcelo Mascarenha, comemorou o marco alcançado e destacou a importância social da iniciativa.
“Chegar à marca de 1.000 identidades neonatais emitidas é motivo de muito orgulho para todos nós. Esse que é um projeto que desde o início quando foi idealizado tratamos com bastante cuidado e atenção, pois garante a cidadania para essas crianças recém-nascidas logo desde os primeiros dias de vida, além de trazer mais segurança para os pais. O Piauí mais uma vez mostra seu protagonismo nacional em inovação e cidadania digital. Nossa meta agora é expandir esse serviço para as demais maternidades estaduais”, afirmou Marcelo Mascarenha.

A primeira-dama do Estado e coordenadora do Pacto Pelas Crianças do Piauí, Isabel Fonteles também destacou o pioneirismo do Estado com o serviço e, junto às primeiras 1.000 CINs neonatais, as mais de 100 mil emitidas para a primeira infância.
“Ficamos muito felizes de ver o Piauí sendo vanguarda de um serviço público tão importante que é a biometria do recém-nascido sendo realizada ainda dentro da maternidade Evangelina Rosa, garantindo a cidadania digital desde o nascimento. Já foram mais de 100 mil carteiras de identidade emitidas para a primeira infância, e agora mais de 1.000 para os recém-nascidos, uma iniciativa muito bem sucedida entre o Pacto Pelas Crianças do Piauí em parceria com o Instituto de Cidadania Digital Félix Pacheco”, declarou.
Leylane Raylla, mãe do pequeno Abner, foi a primeira mãe no estado a emitir a Carteira de Identidade Nacional do filho ainda na maternidade. Ela falou sobre a tranquilidade proporcionada pelo documento.
“É uma segurança que traz para a gente, ainda mais para mim, que sou mãe de primeira viagem, e isso já dá um alívio, saber que já tem a identidade dele, tudo preparadinho. Todo mundo sabe que ele é meu e eu sou dele”, relatou.
Entenda como funciona o serviço
O processo de emissão da identidade neonatal é realizado ainda na maternidade, por meio da coleta biométrica do recém-nascido. As digitais e a fotografia do bebê são registradas em um sistema seguro e integradas à base nacional, permitindo a emissão da Carteira de Identidade Nacional de forma ágil e confiável.

O sistema também realiza a associação entre os dados biométricos da mãe e do bebê, garantindo a correta identificação do recém-nascido e fortalecendo a rastreabilidade das informações. A iniciativa amplia a proteção das crianças, evita riscos de trocas de identificação e assegura o acesso à cidadania desde o nascimento.



